Desvendando o CACD: tudo o que você precisa saber para ser diplomata!

  • Cecília Almeida
    Cecília Almeida
    20/05/2021 . min de leitura
desvendando o cacd tudo o que voce precisa saber para se tornar diplomata

Quando você escuta a palavra diplomata, o que vem na sua mente? Provavelmente, a imagem de uma pessoa que viaja bastante, fala vários idiomas e que participa de reuniões na ONU. 

Bom, tudo isso está certo, porém essa imagem também é uma “miragem”, que oculta grande parte do esforço e da dedicação necessária para assumir esse cargo tão prestigiado. 

Muitas vezes, esse estereótipo leva a várias outras dúvidas e mitos sobre a carreira diplomática. O Clipping quer justamente desmistificar os mitos da diplomacia!

 Com esse artigo, vamos responder a pergunta mais recorrente de todas:

“Será que a carreira diplomática é pra mim?”

A gente sabe que, em algum momento, todo mundo já se fez essa pergunta. Tá tudo bem. Quem ainda não conhece o universo da diplomacia, e mesmo quem já iniciou essa jornada, vai encontrar algumas respostas aqui.  

Dessa forma, pensando em sanar várias dúvidas, o Clipping resolveu compilar todas as informações essenciais sobre a carreira diplomática nesse artigo, respondendo às seguintes perguntas:  

Vamos começar? 

O que faz um diplomata? 

O diplomata é o profissional responsável por: 

  • Representar o Brasil perante a comunidade internacional; 
  • Colher as informações necessárias à formulação de nossa política externa; 
  • Participar de reuniões internacionais e, nelas, negociar em nome do Brasil. 

Em outras palavras, o diplomata tem as funções de representar, informar e negociar. Além disso, têm a responsabilidade de prestar assistência a cidadãos brasileiros residentes no exterior que se dá por meio de diversos serviços como: 

  • Registros civis de nascimento e casamento de brasileiros no exterior; 
  • Emissão de passaportes; 
  • Atestados de residência, de vida, dentre outros serviços. 

O diplomata é um servidor público que atua no âmbito do Ministério das Relações Exteriores, conhecido como Itamaraty.  Trata-se de um órgão do governo encarregado de auxiliar o Presidente da República na formulação da política externa brasileira, de assegurar sua execução e de manter relações com governos estrangeiros e organismos internacionais. 

Ao longo de sua jornada, um diplomata tem a possibilidade de trabalhar em variados postos e com assuntos diversificados, como direitos humanos, meio ambiente, energia, paz e segurança, comércio, investimentos, cooperação para desenvolvimento internacional, entre outras áreas. 

O que são postos? 

No exterior, as repartições do Itamaraty são chamadas “postos”. Existem três tipos de postos:

1) A Embaixada, responsável pelas relações bilaterais entre o Brasil e o país onde está instalada;

2) A Repartição Consular, responsável pela assistência a brasileiros no exterior;

3) A Missão ou Delegação junto a organizações internacionais como a ONU e a OMC.

Dessa forma, as possibilidades de atuação do diplomata alocado no exterior são inúmeras.

“Gostei! E assim que eu passar no concurso, posso escolher em qual posto vou trabalhar?”  

Não é tão simples assim. Primeiramente, é importante entender o que é o CACD. O Concurso de Admissão à Carreira Diplomática. Ele é a porta de entrada para aqueles que sonham com a diplomacia. 

O concurso público conta com três etapas em que são cobradas 10 disciplinas com um grande grau de especificidade. Por isso, o CACD é conhecido como um dos concursos mais concorridos do país. 

No Brasil, o diplomata ingressa na carreira após ser aprovado em todas as fases do CACD, ingressando no cargo de terceiro-secretário. Com base em critérios estabelecidos e também por merecimento, poderá ser promovido a segundo-secretário, primeiro-secretário, conselheiro, ministro da segunda classe e ministro da primeira classe (embaixador). 

O salário de um terceiro-secretário, em 2019, foi de R$19.199,06 e conforme a progressão na carreira ocorre a progressão do salário, podendo chegar até 27.368,67, no cargo mais alto, o de embaixador 

Como o diplomata é promovido? 

Fachada do Palácio do Itamaraty em Brasília à luz do dia

Logo após a posse, os terceiros secretários são matriculados no Curso de Formação do Instituto Rio Branco (IRBr), a “escola de diplomatas do Brasil”. O curso, de acordo com o site do Itamaraty: 

  • Tem, atualmente, a duração de 15 meses e contempla aulas regulares, seminários, conferências e viagens de estudos; 
  • Tem aulas regulares de disciplinas de línguas e de conteúdo, ministradas com a finalidade de formar os novos diplomatas em assuntos relacionados a História do Brasil e História Mundial, Política Internacional, Teoria Política, Direito Internacional e Economia, entre outros, bem como aperfeiçoá-los em línguas estrangeiras;
  • Durante o último período letivo do curso cada aluno realiza, adicionalmente, uma série de estágios na Secretaria de Estado das Relações Exteriores, em campos diversos, como administração, área econômica, área política (bilateral, regional e multilateral) e serviço consular. 

Os primeiros anos de exercício profissional ocorrem obrigatoriamente em Brasília, que é onde ocorre o Curso de Formação do Instituto Rio Branco (IRBr). 

“E quando o diplomata é promovido pela primeira vez?” 

De forma geral, a promoção ocorre antes da primeira missão permanente ao exterior, ou durante sua estada no primeiro posto (embaixada, consulado ou missão junto a algum organismo internacional).

Agora que você já sabe como funciona a promoção do diplomata, vamos conhecer um pouco dos outros cargos e seus salários

Cargo de 2.º Secretário: R$ 21.226,79

A primeira promoção é a única automática, e leva, no mínimo, três anos. É automática porque segue o critério de tempo. 

Cargo de 1.º Secretário: R$ 22.802,63 

A partir daqui, os próximos degraus da carreira são por critério de merecimento e avaliação de desempenho. O primeiro-secretário pode ser assessor do ministro ou do secretário-geral. 

É também a primeira classe na qual o diplomata pode chefiar alguma coisa: a assessoria que atende às consultas dos deputados e senadores e acompanha os tratados no Congresso. 

Especificamente para esse cargo, a promoção se dá ao permanecer no cargo de Segundo Secretário por, no mínimo, três anos. Além de ter prestado no mínimo dois anos de serviço no exterior. 

Cargo de Conselheiro: R$ 24.500,44 

Para chegar a conselheiro são necessários, no mínimo, dez anos de serviço no Itamaraty. O conselheiro pode chefiar uma divisão, como a de Direitos Humanos ou a das Nações Unidas, por exemplo. 

Cargo de Ministro de 2.ª classe:  R$ 26.319,29

O ministro de segunda classe, chamado apenas de “ministro”, já pode assumir a chefia de um departamento como o de Meio Ambiente, ou do Oriente Médio, por exemplo. Para a promoção é necessário ter trabalhado 15 anos no Itamaraty, e ter servido 7 anos e 6 meses no exterior. 

Cargo de Ministro de 1.ª classe (embaixador): R$ 27.368,67 

Para o cargo mais alto nessa hierarquia é necessário 20 anos de serviço no Itamaraty e 10 no exterior. Este é o título conferido ao Chefe de uma Missão Diplomática, Embaixadas e Representações junto a Organismos Internacionais, pertença ele ou não à carreira diplomática. 

É função do Presidente da República indicar Embaixadores. Eles são responsáveis por representar o governo brasileiro e promover os assuntos e interesses oficiais do Brasil junto a outros países, além de informar o governo sobre os acontecimentos no país estrangeiro, promover relações amistosas e desenvolver as relações econômicas, culturais e científicas entre as duas nações.

Qual é o perfil de um diplomata?  

Muito além de uma formação específica, o candidato precisa estar disposto a encarar os desafios que a carreira impõe. Aprender a falar vários idiomas, mudar de país de tempos em tempos são algumas das necessidades da profissão. 

Além disso, conforme o Edital CACD 2020, existem algumas exigências básicas, que são:  

  • Ser maior de 18 anos;
  • Ser brasileiro nato;
  • Estar em dia com obrigações eleitorais (candidatos e candidatas);
  • Estar em dia com as obrigações militares (apenas candidatos do sexo masculino);
  • Ter formação em qualquer curso superior reconhecido pelo MEC (não importa qual!);
  • E claro, passar no Concurso de Admissão à Carreira Diplomática. 

Vale lembrar que cursos tecnólogos valem como curso superior, porém cursos técnicos não.

Cabe ressaltar que o desempenho do candidato no concurso depende exclusivamente da prova, sem avaliação de currículo ou exigência prévia na área. 

Além disso, todo ano os aprovados no último concurso divulgam um Guia de Estudos que traz dados sobre o perfil dos aprovados. O Guia da Esperança Equilibrista, de 2019, mostra que: 

  • 20% dos aprovados foram mulheres;
  • A idade média, no momento da aprovação, foi de 29 anos. Os mais novos ingressaram com 23 anos e os mais velho com 37 anos; 
  • Nove estados são representados. São Paulo tem a maior participação, com quatro aprovados, seguido por Rio de Janeiro e Distrito Federal, com três representantes cada.
  • O tempo médio de estudo foi 4,25 anos. O tempo mínimo foi de um 1 ano e o máximo de 10 anos. 
  • A principal formação acadêmica dos aprovados foi Relações Internacionais, com nove pessoas (45%), seguido de Direito, com oito pessoas (40%); 
  • Do ponto de vista astrológico, os principais signos dos aprovados são Touro, Libra e Capricórnio, com ninguém dos signos de Gêmeos e Câncer. 

Ao contrário de outros concursos, que normalmente atraem um perfil muito específico de candidatos, a carreira diplomática é diversa o bastante, a ponto de atrair candidatos com diferentes realidades e interesses. Em 2018, por exemplo, o concurso contou com aprovados formados em Música, Engenharia Civil e Arquitetura

Como ser um diplomata?

“Adorei, quero ser CACDista. Como começo a estudar?” 

Calma, pera aí! Antes de começar a estudar é importante entender a estrutura do concurso, o número de vagas e afins. Outra informação importante: o programa do CACD é extenso, ao todo, temos 10 disciplinas no edital.

Antes de mais nada é importante saber que o concurso é realizado anualmente desde 1996, sendo 2020 o único ano que ele não ocorreu devido à pandemia do COVID-19. 

De forma geral, a estrutura do concurso apresenta uma estabilidade que permite que os candidatos invistam em uma preparação contínua, de longo prazo e sem muitas surpresas de um ano para o outro. 

De 2003 a 2018, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção (CESPE) junto ao Instituto Rio Branco, foi a organização responsável por elaborar a prova. Em 2019, o IADES o substituiu no posto de banca organizadora do CACD, e mantém tal posição até o momento. 

Qual o número de vagas?  

De acordo com o edital publicado em 2020, o concurso disponibilizará 25 vagas distribuídas da seguinte forma: 

Ampla ConcorrênciaCandidatos negrosPessoas com deficiênciaTotal
185225

Quais são as fases? 

O CACD possui três fases envolvendo, respectivamente, uma prova objetiva, redação e provas dissertativas de diversas disciplinas. A 1ª fase do concurso é realizada nas 26 capitais federais e no Distrito Federal, já a 2ª e 3ª  fase ocorrem apenas onde há candidatos aprovados na 1º fase. 

A primeira fase, também conhecida como Teste de Pré Seleção (TPS), é composta por uma prova objetiva constituída de questões do tipo CERTO ou ERRADO, totalizando 73 questões e 292 itens, com quatro itens por questão. Bastante coisa, né? 

As 73 questões da prova de 2020 foram distribuídas da seguinte maneira: 

  • Língua Portuguesa – 10 questões 
  • Língua Inglesa – 9 questões 
  • História do Brasil – 11 questões 
  • História Mundial – 11 questões 
  • Política Internacional – 12 questões 
  • Geografia – 6 questões 
  • Economia – 8 questões 
  • Direito – 6 questões 

Questão do tipo CERTO ou ERRADO parece simples, né? Mas não se engane! Essa fase conta com um sistema de penalização de itens errados. 

“Como assim, Clipping?” 

Há uma penalização de -0,125 pontos para cada item errado, ou seja, dois itens errados anulam um item certo. Por outro, cada item correto soma +0.25 pontos à nota. 

Cabe lembrar ainda que, essa fase da prova funciona como uma espécie de filtro entre mais de 6.000 candidatos, selecionando os 250 que passarão para as próximas etapas do processo seletivo. 

Para mandar bem nessa etapa, além de muito esforço e estudo, é importante ficar atento também ao histórico das notas de corte do CACD. 

A segunda fase é composta por provas escritas de língua portuguesa e língua inglesa, de caráter eliminatório e classificatório. São divididas da seguinte forma: 

Prova de Língua Portuguesa com duração de 5 horas: 

  • Redação sobre tema geral com extensão de 65 a 70 linhas, valendo 60 pontos; 
  • Elaboração de resumo com de 35 a 50% do texto original, valendo 20 pontos;
  • Exercício de interpretação, análise ou comentário com extensão de 15 a 20 linhas, valendo 20 pontos. 

Prova de Língua Inglesa com duração de 5 horas: 

  • Redação sobre tema geral, com extensão de 45 a 50 linhas, valendo 50 pontos; 
  • Tradução de um texto do Inglês para o português, valendo 15,00 pontos; 
  • Versão de um texto do português para o inglês, valendo 20,00 pontos; 
  • Elaboração de um resumo em inglês, a partir de um texto escrito em língua inglesa, valendo 15,00 pontos. 

E por fim, a terceira fase é composta por provas escritas de história do Brasil, geografia, política internacional, economia, direito e língua espanhola e língua francesa, de caráter eliminatório e classificatório. 

Elas têm duração de 4 horas cada, dividindo-se duas matérias a cada dia, de forma que uma prova seja feita de manhã e a outra, à tarde. As provas são divididas da seguinte forma: 

  • História do Brasil e Política Internacional: 2 questões discursivas de 90 linhas, valendo 30 pontos cada e 2 questões discursivas de 60 linhas, valendo 20 pontos cada. 
  • Geografia, Economia, Direito Interno e Direito Internacional Público: 2 questões discursivas de 60 linhas, valendo 30 pontos cada e 2 questões discursivas de 40 linhas valendo 20 pontos cada.
  • Francês e Espanhol: elaboração de resumo em espanhol, a partir de um texto escrito em língua espanhol e de versão de um texto do português para o espanhol, valendo 25 pontos, cada. A prova de francês segue o mesmo formato. 


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Clipping, socorro! Como é que vou estudar tudo isso? 

Estante de livros

Calma, fica tranquilo que a gente vai te ajudar com isso! Antes de mais nada é importante entender que não existe uma maneira padrão de iniciar os estudos para o concurso. Dessa forma, é responsabilidade do candidato identificar os métodos de estudos que mais fazem sentido para sua realidade. 

Dito isso, uma boa maneira de começar a estudar é lendo o edital do concurso, pois ele te dará base para entender como funciona todo o processo seletivo. Outro ponto importante é entender como funciona a bibliografia do CACD. 

Bibliografia CACD

Desde 2010, o Itamaraty não disponibiliza uma bibliografia oficial indicada para o concurso. Apesar disso, existe o que os candidatos chamam de “bibliografia oficiosa”, que é um conjunto mais ou menos uniforme de referências indicadas por candidatos já aprovados, professores e o próprio Clipping, como um norte na preparação para o CACD.

Sendo assim, quando nos referimos a bibliografia indicada, estamos querendo dizer a bibliografia oficiosa

Cabe ressaltar que essa bibliografia é dinâmica e evolui conforme as edições e as mudanças no concurso. Sendo assim, uma boa preparação deve acompanhar a evolução dessas bibliografias. 

E tem mais, não basta apenas ler o livro indicado, é preciso entender como essa obra é cobrada pela banca, também como as páginas específicas que são cobradas. 

Uma boa forma de estudar a bibliografia e dar o pontapé inicial é fazendo resumos e fichamentos das informações mais relevantes da obra. Essa prática, além de ajudar a fixar melhor o conteúdo, facilita o processo de revisão da matéria. 

Não sabe a melhor maneira de fazer um fichamento? A plataforma do Clipping CACD também auxilia o candidato por meio de resumos dos principais conteúdos, dá uma olhada nesse exemplo aqui.

Dando o primeiro passo! 

Antes de começar é preciso entender que ler a bibliografia indicada não é a única tarefa para quem estuda para um dos concursos públicos mais complexo e difícil do país. Outros métodos de estudos como revisão, exercícios e simulados também são necessários. 

Para te ajudar a dar o primeiro passo, segue aqui algumas dicas: 

1. Acompanhar atualidades e notícias

O primeiro passo é começar a acompanhar atualidades e notícias constantemente. É importante que o candidato adquira o hábito de ler sobre acontecimentos importantes da política interna e internacional. São cobradas atualidades na prova de Política Internacional, Geografia, dentre outras.

2. Identificar por quais matérias você quer começar a estudar

Agora, imagine ter que estudar essas 10 matérias de uma vez só? Cansa só de pensar!  É por isso que o segundo passo é identificar por quais matérias você quer começar a estudar.  

O conteúdo do concurso é extenso e não é difícil um mesmo tema ser cobrado sob a perspectiva de diferentes disciplinas, o que torna muito produtivo relacionar conteúdos para uma abordagem mais estratégica do conteúdo.

Dito isso, é recomendável iniciar pelas matérias de História Mundial e História do Brasil. Te explicamos o porquê. 

Essas matérias são responsáveis por formar uma base contextual útil para o estudo de várias outras matérias. Ou seja, boa parte do conteúdo de outras disciplinas como Geografia e Política Internacional, por exemplo, está relacionado ao conteúdo proposto em História Mundial e História do Brasil. 

Assim, estudando essas disciplinas antes você aproveitará de forma mais estratégica o conteúdo de outras. 

Vale lembrar que isso é apenas uma recomendação, não significa que você não irá entender as outras disciplinas caso opte por estudá-las primeiro. 

3. Montar uma rotina de estudos

Para atingir o objetivo de ser aprovado no CACD e virar um diplomata é necessário, além de um bom planejamento, saber colocá-lo em prática. É aí que entra a rotina de estudos. Montar uma rotina de estudos é essencial para manter o foco e a disciplina durante sua preparação para qualquer concurso público. 

Não sabe ainda como montar sua rotina de estudos? O Clipping tem um artigo só sobre isso, dá uma olhada!

Conclusão 

Eita! Muita informação, né? Deu para perceber que o CACD é um concurso complexo que exige bastante estudo e esforço. Antes de começar a investir tempo, energia e recursos em uma preparação para o concurso, é importante que você se conheça e entenda qual é o lugar da carreira diplomática na sua vida. 

Caso ainda não tenha certeza, vale a pena acompanhar as redes sociais e o blog do Clipping, estamos sempre publicando conteúdos sobre o CACD e a carreira diplomática.


  • Cecília Almeida
    Cecília Almeida

    Cecília é estudante de Relações Econômicas Internacionais e atua no time de Conteúdo do Clipping!


Cecília Almeida
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Cecília é estudante de Relações Econômicas Internacionais e atua no time de Conteúdo do Clipping!

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  • André Bernardo
    André Bernardo
    min de leitura