Como Fazer um Fichamento: 4 Passos Práticos

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    15/09/2020 . min de leitura
Como fazer um fichamento

Estudar para qualquer prova exige técnica. É verdade que muita gente sabe como lidar com a frequência de estudos de maneira particular, que atenda as características de rotina e de vida de cada um. 

Mas, existem aquelas práticas que são comuns. A revisão, por exemplo. Quem nunca terminou uma matéria e a revisou depois? 

E outra prática muito popular é o fichamento. Mas, nem sempre ele é bem recebido por quem estuda. Muitos acreditam ser perda de tempo ou não sabem como fazê-lo. 

Que tal algumas dicas para quebrar esses tabus e aprender como fazer um fichamento que seja realmente eficiente para seus estudos? É o que você terá agora! 

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

O que é um fichamento?

Quais são os tipos de fichamento?

Quais as vantagens de se fazer fichamento?

Como fazer um fichamento em 4 passos simples e prático?

  1. Leia e grife!
  2. Separe por disciplinas
  3. Tenha um padrão para manter a organização
  4. Opte por conteúdos simples, mas completos

O fichamento é o método de estudo mais eficiente?

O que é um fichamento?

Fichamento te lembra o que? Ficha, é claro! 

Parece óbvio e é mesmo, já que essa prática é o método em se realizar resumos por meio de fichas, de forma a organizar todo o material que você estuda. Nele, há marcações de autor, livro ou capítulo em que você retirou a informação, como a própria página onde você a encontrou. 

O fichamento de livros, por exemplo, é muito usado no universo acadêmico. Mas isso não é uma prática exclusiva aos universitários.

Na verdade, quem estuda para concursos ou até mesmo para Enem pode realizá-lo para sintetizar materiais extensos de teor, digamos, mais conceitual. 

O que não significa que você não pode fazer fichamento para materiais mais simples, como capítulos ou artigos científicos. Se você tiver um bom método, você colherá frutos de toda maneira. 

Quais são os tipos de fichamento?

Antes de fazer um fichamento, é importante você saber quais são os tipos que existem, certo? Então, repasse, rapidamente, sobre os principais jeitos de se fazer um.

Citação

Esse tipo de fichamento é quando os tópicos que você ficha são frases exatas de um texto. Ele é muito usado em materiais acadêmicos, mas pode servir perfeitamente para quem quer prestar um concurso se um autor e suas ideias forem cobrados na prova. 

Atente-se para sempre citar o texto exato, mas que não seja muito longo. As ideias precisam ser condensadas. Se uma citação for muito longa, talvez o jeito de fichá-la seja outro…

Textual ou resumo

…Talvez este!

Esse é o modelo mais comum de fichamento e o favorito de quem estuda por conta própria. Ele deve ser feito com as suas próprias palavras sobre determinado assunto.

Ainda que você possa usar citações, elabore um entendimento seu sobre a fala, com sua opinião e, se possível, conectando ideias sobre o mesmo assunto. 

Bibliográfico

Esse tipo de fichamento pode ser também mais pessoal, mas desse modelo, é importante indicar a página onde você retirou determinada ideia. 

Inclusive, pode orientar os demais, já que indicar a página de onde você extraiu determinado assunto ajuda muito na hora de estudar. 

Quais as vantagens de se fazer fichamento?

Como fazer um fichamento sem antes saber o que você sai ganhando com isso? Bom, talvez você não tenha pegado nas entrelinhas até aqui, mas tudo bem. Seremos mais diretos. 

Você otimiza os estudos

Ao estudar conteúdos extensos, como um livro, você armazena muita informação. Para eventuais resumos, você utiliza o fichamento para ser mais efetivo ao buscar uma informação. 

Assim, você ganha tempo ao consultar o material e pode utilizar o tempo ganho para estudar outras matérias. 

É um ótimo método de memorização

Memorizar é uma parte importante de toda jornada de estudo. E o fichamento é um ótimo método para você fazer isso. 

Ao organizar o que você estuda por meio do fichamento, seu cérebro consegue fazer esse processo internamente. Daí, quando você estiver estudando, ele consegue associar novas informações com aquelas que você fichou. 

Você ganha em referências

Muitos livros, muitos autores. Certo?

Então, com o fichamento, você pode comparar cada ideia, cada conceito dos mais diferentes autores de um modo otimizado. 

Isso é ótimo para criar um entendimento mais amplo sobre um determinado assunto, podendo entender as principais diferenças entre o modo como cada autor fala sobre esse tema.

Facilita a revisão

Como fazer um fichamento, por si só, já é um processo que pode ser entendido como uma revisão, revisar já fica mais fácil. 

Isso significa dizer que quando for revisar o material, o fichamento será uma fonte organizada e mais prática de repassar os pontos estudados, o que deixará sua rotina mais prática e eficiente. 

Como fazer um fichamento em 4 passos simples e prático?

É hora de colocar a mão na massa e saber como fazer um fichamento. E nada de complexo, até porque, aqui a ordem é simplicidade e praticidade. 

1. Leia e grife!

Ao realizar uma leitura, ainda que breve e dinâmica para se situar sobre o que você está prestes a estudar. Você pode começar a juntar informações e citações, anotando esses dados para serem fichados.  

Ao ler, grife o que você perceber que vale a pena entrar no fichamento. Não se iniba ao fazer o grifo ou outras anotações no livro. O importante é que você consiga entender e que te ajude a organizar depois. 

2. Separe por disciplinas 

Usar um só caderno ou arquivo de computador para fazer o fichamento parece ser mais fácil, né? 

Na verdade, um fichamento organizado requer um material próprio para cada disciplina, dessa maneira, fica mais fácil de manusear o material e agiliza o seu estudo no dia a dia. 

Se você é fã de fichário, parabéns, porque esse material é o mais adequado para fazer um fichamento, já que a possibilidade de usar folhas soltas pode também ajudar a usar o material. 

3. Tenha um padrão para manter a organização

O fichamento é uma técnica usada por muitas pessoas, desde aquelas que pretendem fazer seu TCC na universidade até mesmo para quem quer passar em um concurso. 

Achar um padrão que atenda a esses dois grupos de estudantes – para não ampliar ainda mais a discussão – é preciso apelar para ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas).

Para os universitários, que realizam um fichamento como atividade acadêmica, não há como fugir: é ela quem determina esse padrão de como fazer um fichamento.

Agora, para quem quer passar em concurso e a única pessoa que ela precisa, digamos, prestar contas, a ABNT não é lá uma obrigação. 

De todo modo, é preciso ter um padrão, um modelo único para você poder fazer o seu fichamento. 

A ABNT pode ser uma mão amiga para ajudar a encontrar o seu jeito de fazer as suas fichas. O importante é que você tenha um padrão entre elas. Isso ajuda a organizar e ser mais efetivo nos estudos.  

Uma estrutura que você pode seguir de maneira simples, mas bem eficaz, é ter um cabeçalho, um assunto, referência – com autoria, título, local de publicação, editora e ano – e o conteúdo fichado em si. 

Não se iniba em personalizar seu material da maneira que você achar mais prático para seus estudos. Se achar que cabe uma cor que diferencia cada matéria ou assunto, vá em frente! 

4. Opte por conteúdos simples, mas completos

Deixe a complexidade para a fonte de seu fichamento. Ou seja, na hora de escrever, faça textos simples. 

Bons exemplos dessa simplicidade são os famosos tópicos, com frases que sintetizam uma ideia. Se você achar que não cabe, faça um parágrafo curto desenvolvendo melhor esse tópico. 

O que você não deve fazer é transcrever o trecho do livro, a não ser que a ideia seja ter uma citação do autor. Se não for o caso, desenvolva o assunto com suas próprias palavras, com o que você entender.

Se for possível, use palavras-chaves, com grifos para elas. Você conseguirá memorizar melhor a informação dessa maneira. 

O fichamento é o método de estudo mais eficiente?

Depois de toda essa leitura, você pode fazer essa pergunta. Mas, respondê-la de forma objetiva é impossível. 

Cada pessoa que estuda tem o seu próprio método. Então, dizer que o fichamento é mais eficiente é dar a receita de um bolo que não existe. 

O que se pode dizer é que o fichamento é uma forma muito eficiente de estudo, que facilita a vida do estudante ou da pessoa que quer passar em um concurso. 

Agora, se você quer ter uma rotina de estudo com os métodos mais eficientes para estudar, é preciso ampliar a discussão para outras formas de aprendizagem.

Elas, aliás, podem ser aplicadas para cada pessoa de forma diferente e, assim, cada um encontrará o seu próprio jeito de estudar. 

Por isso, agora que você sabe como fazer um fichamento, veja quais são os melhores métodos de estudo, com técnicas e ferramentas. 

Lendo esse texto, você pode aprimorar ainda mais a sua jornada de estudo! 


  • Pedro Soares
    Pedro Soares

    Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!


Pedro Soares
Pedro Soares

Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!

Quantas horas estudar por dia para passar em um concurso?

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    08/09/2020 . min de leitura
Quantas horas estudar por dia

Você tomou a decisão de sua vida: estudar para concurso

Essa é realmente uma escolha importante, afinal, sua vida mudará a partir do momento em que você começa a se dedicar para isso. E mudará também depois, quando conquistar a vaga desejada. 

Você tem ciência da importância dessa escolha. E por isso mesmo, provavelmente já se perguntou: quantas horas estudar por dia?

Se você pensou que seria difícil achar essa resposta, você acertou. Mas, não se preocupe, te ajudaremos com isso!

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

Reconheça: essa é a pergunta de 1 milhão de reais

Antes de tudo: respeite o seu cérebro!

Conheça a fundo a prova que pretende fazer

Entendendo e adequando minha rotina aos estudos

Bônus: 2 dicas para aumentar a produtividade nos estudos

Reconheça: essa é a pergunta de 1 milhão de reais. 

Não adianta sair por aí procurando a resposta para esse mistério achando que você encontrará facilmente. Em nenhum lugar você descobrirá de forma exata sem antes analisar diversos fatores que dependem exclusivamente de você. 

E mais, a sua dedicação para outras tarefas também influenciará a resposta dessa pergunta. Como é a sua rotina? O que mais de importante você precisa fazer ao longo do dia além de estudar?

Por isso, antes de saber quantas horas por dia você deve estudar, é preciso refletir sobre diversas questões. E para isso, ajudaremos nessa reflexão e indicaremos algumas dicas para fazer um plano de estudo perfeito. Fique por aqui!

Antes de tudo: respeite o seu cérebro!

Não tem segredo para saber que isso é de fato um desafio: o nosso cérebro tem limites e cada pessoa tem o seu. 

Achar que você pode passar horas e horas estudando só porque você tem dedicação total para os isso é um erro. O seu cérebro invariavelmente se sentirá cansado e isso atrapalha em todo seu estudo. 

Isso significa dizer que o excesso de estudo pode mais atrapalhar do que ajudar. Absorver muitas informações ao longo do dia acarreta em um desgaste que impossibilita que novas informações sejam guardadas. 

Além disso, há uma pressão mental de que o estudo é o caminho para a resolução de todos os seus problemas, jogando mais uma responsabilidade ao cérebro. E isso também desgasta.

Por isso, nada de achar que seu cérebro é uma máquina incansável de estudos. Reserve tempo para descansos, pausas entre uma matéria e outra e durma bem. Afinal, é nessa hora que realmente a mente para de se esforçar, mas sem deixar de garantir que as informações do dia sejam armazenadas. 

Nessas pausas, nada de ficar lendo ou assistindo a um conteúdo de estudo. Pausa significa dar um tempo nos estudos de verdade!

Faça outras atividades, como conversar com alguém, checar suas redes sociais…  O que importa é relaxar um pouco e deixar a mente “descansar”. 

Mas ainda não chegamos lá na tal resposta de 1 milhão de reais: quantas horas por dia devo estudar?

Você já percebeu que essa resposta é complexa. O cérebro é a parte mais importante do estudo, mas não é o único fator determinante para descobrir isso. 

Conheça a fundo a prova que pretende fazer

Não há como descobrir quantas horas estudar por dia se você não conhecer a prova para a qual você estudará. Ou seja: quais matérias estudar, ponto por ponto. 

Para isso, você precisa estudar bem o edital do concurso. A partir dele, você saberá todos os detalhes para, então, elaborar a sua rotina de estudos

Existem provas que realmente exigem muita dedicação por cobrar matérias complexas, bem como aquelas que são verdadeiramente concorridas, o que faz com que a dedicação tenha que ser maior. 

Um exemplo que ilustra bem esses dois cenários é a prova do CACD. O exame para ingressar na carreira de diplomata é um dos mais difíceis do Brasil e, por isso mesmo, exige uma dedicação maior. O que significa, consequentemente, mais horas de estudo por dia. 

Mas, não ache que provas menos complexas e concorridas devem ser menosprezadas, porém a flexibilidade pode existir. De todo modo, para você conhecer bem a prova faça uma pesquisa por outros exames aplicados pela banca organizadora do concurso pretendido. 

Isso fará com que você saiba qual é o nível de complexidade das questões e outros detalhes que podem exigir mais de sua dedicação nos estudos ao longo do dia. 

Converse também com outras pessoas que já estão nessa rotina de estudos ou que já realizaram uma prova desse tipo. Esse contato será primoroso para você entender como lidar com o dia a dia de estudo. 

Entendendo e adequando minha rotina aos estudos

Depois de tudo isso, você já consegue estabelecer uma ideia de como será a sua rotina. Mas, ainda assim, não acabou. 

Para entender quantas horas estudar por dia para passar em um concurso é preciso levar em conta sua rotina fora o aprendizado. 

Muita gente estuda em casa, sozinho. Outras pessoas preferem estudar em grupo, fazem cursinhos e possuem mais recursos para o estudo. Sem falar daqueles que não podem disponibilizar todo o dia para se dedicar. Cada caso necessita de uma análise própria. 

É fato que, seja lá qual for o seu caso, será necessário abrir mão de algo para estudar. Por isso, é importante priorizar aquelas atividades realmente essenciais e repensar as outras. 

Ainda assim, não deixe de ter momentos de lazer, aproveitar a presença de pessoas com as quais você mora ou ter aquela hora só sua. 

Entendendo todos esses “pormenores”, será mais fácil flexibilizar sua rotina para adequá-la aos estudos.

Nesse sentido, outras dicas são preciosas e você verá algumas agora.

Converse com as pessoas que moram com você

Se você mora com os pais ou divide apartamento com os amigos, entre em um entendimento com todos para que eles saibam de sua jornada de estudo. 

Isso facilita o seu desempenho para que você não interrompa seus estudos em momentos inoportunos. Chegue a um acordo sobre horários para realizar as atividades caseiras de maneira que seja vantajoso a todos.

Se você tem aqueles amigos que adoram encontros, avise que você precisará “sumir” por um tempo, ser menos presente, e que aquela ligação no meio do dia muitas vezes não poderá ser atendida porque você está estudando.

Contudo, não seja radical: reserve dias para encontrar os amigos. Só não faça isso de maneira constante e priorize seus estudos.

Evite distrações

Não ache que apenas outras pessoas são capazes de te dispersar dos estudos. Você pode sabotar seu desempenho com distrações como internet, jogos, leituras que fujam do aprendizado… 

São vários os motivos e você precisa estar atento a isso para que as horas estudadas sejam melhor aproveitadas e sua produtividade esteja em um bom nível, para que, em algum momento, você não precise redesenhar sua rotina – e aumentar as horas para estudar ao longo do dia.

Por isso, mantenha-se longe do celular na hora de estudar. Use a internet apenas para consultas relacionadas àquilo que está estudando.

Dessa forma, além das outras pessoas respeitarem melhor seu momento, você poderá focar mais naquilo que realmente importa para passar em um concurso. 

Descanse

Essa não será a primeira vez que você lerá que o descanso também é importante. É bom reforçar, aliás. 

Esse descanso é um bom sono à noite, é realizar pausas entre uma matéria ou outra. E não ache que o rendimento será melhor apenas com horas e horas de estudo ininterrupto.

Quanto mais horas você estudar sem pausas, mais cansado você estará. E a matéria estudada com cansaço pode não ser bem assimilada e você poderá ter que revisá-la toda, afetando o seu cronograma e a sua produtividade.

Bônus: 2 dicas para aumentar a produtividade nos estudos

Tudo o que você leu até agora reflete sobre como você pode manter um bom desempenho nos estudos para que você adeque sua rotina e saiba, afinal, quantas horas estudar por dia para passar em um concurso. 

Existem outras dicas que podem, não só manter seu desempenho, mas aumentá-lo de maneira eficiente e sem sacrificar seus momentos de descanso. Ou seja, manter alta a sua produtividade. 

Encontre o melhor horário para estudar

Muita gente pergunta qual o melhor horário para estudar. E essa questão também não é fácil de ser respondida, mas é possível descobrir analisando alguns critérios pessoais. 

A primeira dela é saber quando você é realmente mais produtivo. Muitos rendem melhor pela manhã, outros à tarde. E ainda existem aqueles que se dão bem com a noite. 

Outro fator a ser observado é o próprio funcionamento do corpo. Afinal, seu rendimento é influenciado por questões biológicas. E isso varia de pessoa para pessoa. 

Há também a rotina com outros compromissos, como trabalho, aulas, tarefas de casa. Todos podem influenciar no seu rendimento nos estudos e devem ser levados em consideração.  

Seja qual for o horário ideal para você, elabore uma rotina adequada a ela, desde um café da manhã balanceado a atividades físicas. 

Encontrar esse horário perfeito para estudar é totalmente estratégico para seus estudos, por isso, analise com calma.

Para ajudar a encontrar o seu melhor horário para estudar, separamos o conteúdo do link que auxiliará nesta tarefa. Não deixe de conferir.  

Tenha método

Por fim, não adianta saber quantas horas estudar por dia se você não tiver um (ou mais) métodos de estudo. 

Digamos que se trata de um conjunto de técnicas que permitirão você estudar com mais eficiência. 

Desde realizar resumos e mapas mentais, até mesmo fazer provas, testes práticos ou aplicar a técnica Pomodoro para gerenciar seu tempo. 

Esses métodos podem se valer de ferramentas que ajudam a gerenciar o aprendizado. Plataformas como Trello ou Asana, por exemplo, ajudam a organizar materiais e criar um cronograma de estudo que deixará sua vida mais organizada e fácil.

Por isso, se você quer saber quantas horas estudar por dia, não deixe de ler essas 7 dicas de métodos e ferramentas. Com certeza elas te ajudarão em sua jornada de aprendizado.

E aí, o que achou das nossas dicas? Já tem uma ideia de quantas horas de estudo você deve estudar por dia para atingir o seu objetivo de aprovação? Conte pra gente nos comentários!

Ah, e não deixe de compartilhar esse conteúdo com quem precisa daquela mãozinha para aumentar a produtividade nos estudos! 😉


  • Pedro Soares
    Pedro Soares

    Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!


Pedro Soares
Pedro Soares

Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!

Motivação para estudar: 11 métodos que funcionam de verdade!

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    13/08/2020 . min de leitura
Motivação para estudar

Livro aberto. Aula iniciada. Por mais que você se dedique e preste atenção no que estuda, falta algo. 

Não há empolgação, parece que você estuda no modo automático. Daí, vem o questionamento: será que você realmente gosta do que estuda? O concurso para qual você estuda é realmente o objetivo de sua vida ou o que esperava para ela?

A motivação para estudar é parte fundamental de algo muito maior e que determina toda sua vida. Mas não é fácil de se alcançar. E isso pode arruinar sua aprendizagem

São muitos fatores que inibem a motivação para os estudos e você verá, adiante, o que fazer para driblá-los. Por isso, se te falta aquele “fogo” para aprender e conseguir aquela vaga em concurso ou em uma faculdade, siga a leitura.

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

Saiba a importância da motivação

11 formas de aumentar a motivação para estudar

  1. Evite a procrastinação
  2. Faça uma rotina bem planejada
  3. Divida seus estudos em partes menores
  4. Tenha metas
  5. Tenha recompensas 
  6. Faça pausas e relaxe
  7. Anote o que você aprendeu no dia
  8. Estude em lugares adequados
  9. Saiba que existem dificuldades
  10. Pratique exercícios físicos
  11. Use apps para estudar melhor

Saiba a importância da motivação

Imagine a situação: cursar uma universidade em que não se identifica com o curso. Parece surreal, mas é a realidade de muita gente no ensino superior, que estão por lá apenas por influência dos familiares, por exemplo.

Obviamente nada garante que esse estudante se formará e se torne um bom profissional. Nesse contexto, falta a motivação para a pessoa justamente por ela não se identificar com o que faz e, pior ainda, algo que não é da escolha dela. 

São inúmeros os motivos que podem fazer com que o estudante ou qualquer outra pessoa estude sem motivação, fazendo com que ela seja importante por justamente inspirar a seguir em frente naquilo em que você se dedica. 

Ainda, a motivação é aquilo que te prende ao que se dedica. Sabe aquele vídeo fofo de pet nas redes sociais? Ela é muito mais interessante do que os estudos quando você não está motivado. O que impacta, diretamente a sua produtividade.

Diante desses motivos, chegou a hora de sabe como ter motivação para estudar. E daremos 11 dicas para isso!

11 formas de aumentar a motivação para estudar

Bom, se você se vê nessa situação de estar desmotivado para os estudos, segue uma lista bem completa com 11 formas para manter a empolgação e a sua produtividade. 

1. Evite a procrastinação

É difícil estipular o que ocasiona a procrastinação. Muitas vezes, é por você achar o conteúdo que estuda chato ou complexo demais para o seu nível de compreensão.

De todo modo, a melhor maneira de evitá-la é se afastar de certos gatilhos, como a internet, celular e televisão.

Mantendo-se distante deles, você compreenderá que é preciso seguir os estudos. Não é uma tarefa fácil, mas um exercício de autocontrole fundamental que será exigido não só para fugir da procrastinação, mas em muitas outras tarefas que são necessárias ao longo dos estudos.  

2. Faça uma rotina bem planejada

A organização é um ponto de partida importante para uma jornada de estudo eficiente. Isso quer dizer que uma rotina bem feita é fundamental sempre, é com ela que você poderá acompanhar o seu ritmo de aprendizado. 

Além disso, é com ela também que a motivação vem. Afinal, você se programa para realizar atividades, descansos sempre com um propósito muito bem definido. 

Para começar a ter uma rotina bem planejada, é preciso saber o que você precisa estudar, criar um cronograma e até mesmo alinhar outras atividades além do aprendizado. 

Pense em um cronograma que não sobrecarregue um dia mais que outros, intercalando matérias diferentes no mesmo dia, sempre fazendo pausas entre elas.

3. Divida seus estudos em partes menores

Na rotina, você deverá intercalar matérias diferentes para manter um ritmo bom nos estudos e também aprender melhor. 

Mas, estudando a mesma matéria, é interessante que você a divida em conteúdos menores. Isso fará com que o aprendizado não seja maçante, evitando a impressão de que você não está progredindo.

Imagine, por exemplo, ter que ler uma mesma apostila com muitas páginas por várias horas seguidas? Melhor dividir em conteúdos menores. Você absorverá melhor a matéria e ainda tornará a sua rotina menos desgastante e o estudo mais fluido. 

4. Tenha metas

E não adianta criar uma rotina se você não determinar muito bem qual é a meta que você quer atingir com ela. 

Diferente do objetivo, que muitas vezes é passar em um concurso ou tirar uma boa nota no Enem, a meta deve ser batida em um espaço de tempo menor, como em uma semana ou mesmo em um dia. 

A meta é aquilo que será a sua motivação pontual e que moverá sua empolgação. Mas claro que não será ela, apenas, a fazer isso. Por isso, continue seguindo as dicas. 

5. Tenha recompensas 

Bateu a meta? Dê uma premiação a si mesmo! 

Essa recompensa deve ser algo que o faça relaxar. Pode ser uma rápida navegada na internet, usar as redes sociais. Um jogo, por que não? Obviamente não pode abusar e sempre manter em mente que você terá que prosseguir sua rotina. 

É uma maneira de se motivar a bater as metas que você estipular em sua rotina e até mesmo melhorar sua produtividade. 

6. Faça pausas e relaxe

Entre uma matéria e outra, faça pausas mais “longas”, mas sem exagerar! 

Além de você ter um descanso fundamental para seguir com seu ritmo ao longo do dia, a pausa pode ser preciosa para se livrar do estresse, por exemplo. 

Ainda assim, essas pausas devem estar em sua rotina e não podem ser maiores que o tempo que você estuda, de maneira a atrapalhar a sua produtividade. 

Por isso, procure algumas técnicas, como a Pomodoro, que consiste em estimular o seu cérebro ao máximo durante uns minutos – geralmente 25 – e realizar pausas de 5 minutos entre cada um desse ciclo de tempo. 

E esses minutos de descanso servirão para relaxar: nada de ficar na frente de um livro ou relendo algo. 

Descontraia-se, tome um café, jogue um jogo… enfim, desde que respeite o tempo, voltando a se esforçar ao máximo nos tempos de dedicação. 

Dessa maneira, você estará ao mesmo tempo relaxando e mantendo a motivação para estudar de modo que sua rotina são seja algo maçante.  

7. Anote o que você aprendeu no dia

Uma forma de se motivar ao longo dos estudos e saber o seu progresso. E nada melhor do que fazer uma lista de assuntos que você aprendeu no dia.

Não precisa ser nada complexo e trabalhoso. Apenas anote e, ao final de uma semana, veja o quanto evoluiu desde o início desse período. 

Será uma forma de acompanhar a sua produtividade, evolução e, assim, continuar estudando. 

8. Estude em lugares adequados

A influência de um ambiente de estudo é maior do que você possa imaginar. Aliás, essa dica está no meio de nossa lista, mas poderia facilmente encabeçá-la. 

Além de ser um ambiente confortável e isolado de trânsito de outras pessoas que possam morar com você, esse lugar deve ser suficientemente adequado para que você passe horas estudando. 

Ainda assim, um local onde você possa evitar que se relaxe demais – para evitar certos “gatilhos” para se distrair ou pegar no sono. De preferência, que só tenha os materiais nas quais usará para estudar. Crie a regra que, enquanto você estiver nele, você estará apenas estudando. 

Decore de sua maneira, de acordo com sua cara e seu jeito, para se tornar um local agradável em todos os sentidos.

Com tudo, você se sentirá bem no lugar e se motivará mais a estudar.

9. Saiba que existem dificuldades

Nenhuma jornada de estudo é fácil. Afinal, você estará disputando vagas com outros candidatos, seja para um concurso ou mesmo para uma universidade. 

Sem falar que a rotina é dura, nem sempre você entenderá as matérias e às vezes será preciso reler ou assistir novamente as aulas.

Ter isso em mente é fundamental para que você seja realista e não espere resultados no estudos que não sejam condizentes com sua realidade. 

Muitas vezes, uma expectativa alta e um rendimento baixo serão o gatilho perfeito para a desmotivação. 

Por outro lado, saber das dificuldades que você enfrentará em sua jornada, significa que você pode criar estratégias para superá-las. 

E para isso, é preciso saber de seus potenciais e acreditar em si. Mas, com dedicação, sempre!

10. Pratique exercícios físicos

Seu corpo e toda a sua saúde agradecerão uma atividade física de vez em quando. Mas, não só eles. 

É normal se concentrar nos estudos e esquecer dos cuidados com a saúde. Por isso, tire um tempo para uma atividade física. De caminhadas a corridas ou mesmo abdominais em casa. O que importa é se manter bem para não comprometer sua saúde. 

Mas, não ache que sua saúde é o único ponto aqui. Com ela em dia, você pode se certificar que não terá outros problemas que possam atrapalhar na hora de estudar. 

Outro ponto a favor da atividade física é que ela também é uma boa forma de se manter motivado. Isso porque, quando você se exercita, você libera endorfina, um hormônio responsável pela sensação de bem-estar. 

Há também um fator que mostra que a atividade física melhora a oxigenação do cérebro, facilitando a memorização das informações daquilo que foi estudado. Portanto: faça exercícios físicos! 

11. Use apps para estudar melhor

Com todas essas dicas que teve até aqui, você pode encontrar aquele gás que faltava para prosseguir com seus estudos. 

Obviamente, cada pessoa poderá ter um fator a mais para não se sentir motivada a estudar, o que seria necessário uma atenção especial para saber como solucionar esse problema. 

E muitas vezes, o que falta para manter a motivação para estudar é uma mão amiga. Nem que seja a eletrônica. 

Por isso, procure por apps que possam te ajudar na hora de estudar e melhorar seu desempenho para manter a motivação. 

Você encontrará aplicativos que ajudarão a se organizar, a se disciplinar, administrar seu tempo. Tudo de maneira facilitada para que você foque apenas no estudo, de maneira mais clara e eficiente.

Bom, mas se você não sabe por onde começar com essas ferramentas, pegue mais essa dica aqui: um texto que te dará 17 sugestões de apps para estudar mais e melhor. Ah! E motivado, claro!

Gostou das dicas de hoje? Existe alguma que você acha que poderia também integrar a nossa lista? Compartilhe com os amigos e não deixe de acompanhar nossos conteúdos aqui no blog do Clipping!


  • Pedro Soares
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    Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!


Pedro Soares
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Sono na hora de estudar? 9 dicas práticas que funcionam!

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    05/08/2020 . min de leitura
Pessoa com sono na hora de estudar

Estudar requer muitos esforços. E dentre os mais variados desafios está o famoso sono na hora de estudar. Você pode até dormir de 7 a 9 horas por dia, mas não adianta: a sonolência sempre aparece para atrapalhar sua rotina. 

Mas, afinal, por que isso acontece, mesmo quando na teoria se está completamente descansado?

A verdade é que os motivos para que isso ocorra são os mais diversos e é preciso, antes de mais nada, saber pontualmente o que provoca o sono, para então combatê-lo.

Até porque, o sono pode derrubar sua produtividade, fazendo com que você revise mais do que o necessário só porque deu uma “pescada” durante uma videoaula ou deu uma piscada maior durante a leitura de uma apostila.

Será que só uma xícara de café resolve? Ou é preciso aumentar ainda mais as horas de sono à noite?

Esse diagnóstico é complexo, por isso, continue a leitura e veja como driblar o sono na hora de estudar.  

E se sentir sono ao longo da leitura, sem pressa. Faça uma pausa para uma água ou um café e volte em seguida. 😉

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

Veja 9 formas de driblar o sono na hora de estudar

  1. Durma bem
  2. Beba água!
  3. Determine pausas durante o estudo
  4. Tenha um ambiente de estudo adequado
  5. Estude matérias diferentes ao longo do dia
  6. Permita-se a uma cochilada após o almoço
  7. Alimente-se bem
  8. Considere ir ao médico
  9. Descubra qual o melhor horário para você estudar

Veja 9 formas de driblar o sono na hora de estudar

1. Durma bem

É claro que a primeira dica para se conseguir evitar o sono na hora de estudar é dormir adequadamente. 

Muitos especialistas indicam que 6 horas bastam. Outros, a partir de 8h. A verdade é que você precisa dormir bem para poder render ao longo das horas de estudo e para isso, é preciso realmente desligar na cama.

Livre-se de eletrônicos como computador ou celular. Talvez um livro para motivar o sono sem usar luz artificial que esses aparelhos emitem. 

O sono é importante não apenas para o seu bem-estar, mas também no aprendizado, já que é nesse momento que o cérebro memoriza melhor as informações que ele absorveu ao longo do dia. 

Por isso, durma para não ter sono no dia e para aprender melhor também.

2. Beba água

“Não seria melhor café?”

O cafezinho ajuda, mas deixemos ele para depois. A dica é para reforçar a importância da água para seus estudos. 

É um pouco óbvio falar de quão fundamental ela é em nossas vidas, mas é sempre bom lembrar que um corpo sadio é garantia que tudo em você funciona bem. 

E a água é primordial para os processos nessa máquina chamada corpo. Basta lembrar que ele é 70% formado dela. 

Sendo mais objetivo, a água ajuda na oxigenação, o que permite uma comunicação melhor entre os neurônios em seu cérebro e, por isso mesmo, a memorização é melhor. 

Bom, e no que ele ajuda a evitar no sono? A fadiga, muitas vezes, é um indício que você pode estar desidratado. Não que a água será a sua fonte de energia para o dia todo, apenas. Mas ela ajuda muito a evitar esse cansaço profundo. 

Não precisa trocar o café – aliás, ele bem dosado ajuda, claro! – mas não troque a água por ele. Tenha sempre um copo por perto e não espere sentir sede para dar uma boa golada. 

3. Determine pausas durante o estudo

Não se engane achando que fazer pausas torna sua rotina menos produtiva. Pelo contrário. Entre uma matéria e outra sempre tente parar, seja para fazer alongamentos, para tomar um café, regar as plantas…

Independentemente do que for fazer, use essas pausas para realmente focar em outra atividade que não seja os estudos. 

Para não abusar desse tempo, use algumas técnicas como o Pomodoro, determinando os períodos de descanso e o de estudar. 

4. Tenha um ambiente de estudo adequado

Todo mundo que estuda em casa deve ter um lugar apropriado para isso. Um canto em que reina a tranquilidade, onde está tudo o que você precisa para aprender e que outras pessoas respeitem para você ter o máximo de sossego e para não perder a concentração. 

Além da tranquilidade, há outros requisitos a serem respeitados. Como por exemplo, a iluminação. O local de estudos deve ser claro. Além de permitir que a vista se canse menos, é possível ainda se espantar o sono com ela. O cérebro entende a luz clara como dia, por isso, se manterá ativo por mais tempo. 

Outro fator é o conforto. Obviamente, o local de estudo deve ser um local em que você se mantenha por mais tempo de maneira agradável e que não o desgaste. Por outro lado, muito conforto pode ser o gatilho para o corpo se relaxar e querer “desligar” um pouco. 

Permaneça sentado, evite baixar a cabeça até a mesa onde estuda. Deitar em sofá ou na cama, nem pensar! 

5. Estude matérias diferentes ao longo do dia

Estudar a mesma matéria em um único dia não é recomendado por vários motivos. E um deles certamente é porque, uma hora ou outra, seu cérebro começará a se “entediar” com ela. 

Tente variar as matérias ao longo do dia, priorizando aquelas mais densas na hora em que você se sente mais alerta e que dificilmente cairá no sono. 

Faça um plano de estudo em que as matérias ao longo do dia sejam as mais diversas, de áreas distintas, para que seu cérebro consiga sempre estar atento ao novo. E também para praticar a interdisciplinaridade, que aumenta ainda mais a eficiência do estudo.  

6. Permita-se a uma cochilada após o almoço

São poucos os sortudos que conseguem voltar à toda após um almoço, por mais leve que ele seja. É natural, afinal, seu organismo está trabalhando mais “pesado” por conta da digestão e, por isso, gastando mais energia. 

Esse tempo de cochilo não pode ser muito longo, claro, mas por mais curto que ele seja, pode ser determinante para voltar aos estudos à tarde mais renovado e disposto a seguir a rotina sem vontade de cair no sono. 

7. Alimente-se bem

Aliás, a alimentação em si é fundamental para sua saúde e isso não pode ser desconsiderado na hora de estudar. 

Cada corpo é habituado a uma rotina alimentar e é importante respeitar o seu para se manter sadio e por muito tempo com energia. A fome, além de deixar você fraco, tirará sua concentração e tornará seu estudo menos produtivo.

O equilíbrio entre uma refeição e outra impedirá que você fique com muita fome ao longo do dia e não deixará que o sono venha por conta de uma comida pesada.  

8. Considere ir ao médico

Se você já tentou de todas as formas espantar o sono na hora de estudar e não conseguiu, talvez o problema seja mais complexo do que imaginava. 

Acontece que muita gente possui o distúrbio do sono, pessoas que mesmo dormindo bem, acordam cansadas e indispostas. Às vezes, é uma consequência da ansiedade, que leva a se ter insônia, por exemplo. 

Nesse caso, o melhor a se fazer é procurar uma ajuda médica. 

9. Descubra qual o melhor horário para você estudar

Dificilmente você encontrará uma cartilha completa que te indicará qual o melhor horário para estudar. Na verdade, quem diz isso é você mesmo.

Porém, isso não é lá tarefa muito fácil, por mais que pareça. O sono na hora de estudar pode ser, inclusive, um indicativo que você não sabe o melhor horário para aprender. 

Por isso, é fundamental que você investigue isso analisando seu desempenho ao longo de um período. É natural, por exemplo, que ao final do dia, seu cansaço bata e o sono apareça, ainda mais se no restante do dia você se dedicou a algo realmente desgastante. 

E, por isso, temos uma dica especial para você que quer encontrar o melhor horário para estudar. O texto do link é uma série de sugestões que você pode realizar em casa para achar o seu ritmo, de acordo com o período do dia. Quem sabe, ainda, isso não espanta o sono na hora de estudar?! Aproveite! 

E aí, já tentou aplicar alguma dessas dicas no seu dia a dia? Conta pra gente um pouco sobre os resultados nos comentários!


  • Pedro Soares
    Pedro Soares

    Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!


Pedro Soares
Pedro Soares

Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!

Aprendizagem ativa: 7 formas de aplicar nos estudos

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    28/07/2020 . min de leitura
Aprendizagem ativa

Você conhece a aprendizagem ativa?

Com certeza esse não é um termo novo no universo de quem está se dedicando para passar em um concurso ou mesmo no Enem, mas são poucos que conseguem explicar como praticam em seu dia a dia. 

E certamente você aplica esse conceito de alguma forma em seus estudos, mesmo sem saber. 

A verdade é que estudar requer empenho e o primeiro passo para ter sucesso em uma prova é ter um rotina de dedicação e planejada nos mínimos detalhes.

Falando assim, parece até fácil, não é? Mas, você deve saber que nem sempre é assim. Dedicar-se aos estudos é um desafio diário, repleto de obstáculos que podem fazer sua jornada ser um pouco mais trabalhosa.

É aí que entra a metodologia ativa de aprendizagem. Esse texto busca esclarecer algumas dúvidas quanto a esse tema e ainda te dará algumas dicas práticas de como aplicar em seu dia a dia e potencializar seus resultados.

Para falar melhor sobre a aprendizagem ativa, é importante, primeiro, falar sobre a diferença em relação à passiva. Afinal, hoje, o seu estudo é baseado em qual dos dois métodos? 

Siga com a gente e entenda!

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

Aprendizagem ativa e passiva: quais as diferenças?

Qual importância da aprendizagem ativa?

Quais as 7 melhores formas de aplicar a aprendizagem ativa nos estudos?

  1. Anote tudo!
  2. Grife e rabisque!
  3. Questione-se ao final de uma leitura ou aula
  4. Pesquise mais!
  5. Faça exercícios
  6. Crie mapas mentais
  7. Ensine alguém!

Você sabia que você pode ser mais eficiente em um determinado horário do dia?

Aprendizagem ativa e passiva: quais as diferenças?

Os nomes meio que são autoexplicativos, não é mesmo?

Mas para que não restem dúvidas, começaremos pelo personagem principal desse texto. A aprendizagem ativa é aquela em que seu envolvimento com o conteúdo é total. 

Desde grifos nos materiais, passando por anotações, até mesmo mapas mentais completos sobre diversos assuntos que se correlacionam. 

Ou seja, há profundidade e envolvimento. Você se entrega totalmente ao que estuda e sabe explorar recursos e métodos para uma melhor aprendizagem.

A passiva, por sua vez, é um estudo mais superficial. Ler um livro e não anotar trechos importantes. Ou assistir a uma aula e não fazer um resumo do que aprendeu. 

Pode parecer meio óbvio imaginar que a aprendizagem ativa é a mais praticada, mas não se pode cravar isso. 

Dependendo do que se lê, a passiva é mais presente. Muitas vezes por achar que aquele conteúdo está dominado ou que não requer tanto empenho assim. 

Importante dizer também que o método passivo não deixa de ser um estudo, mas muito mal explorado. Se você ler um livro e ficar nisso, é claro que você terá aprendido algo, mas com certeza deixou alguma informação para trás porque não anotou, grifou ou fez resumos.  

Qual importância da aprendizagem ativa?

Depois de ler sobre a diferença entre a passiva e ativa não fica muitas dúvidas sobre qual aplicar no seu dia a dia, certo? 

O aprendizado ativo é muito mais eficiente que o passivo e por isso mesmo o seu estudo é melhor aproveitado. 

Sua importância se dá ao fato de justamente ele oferecer mais recursos para intercalar disciplinas e para trabalhar outras áreas do cérebro, o que permite fortalecer ainda mais aquilo que é aprendido. 

Portanto, na hora de fazer seus planos de estudo, não deixe de incrementá-los com algumas técnicas que farão seu aprendizado ainda mais efetivo. 

Mas, você deve estar se perguntando: como fazer isso?

É claro que a gente tem algumas dicas para você. Sete, na verdade. 

Você verá que elas são bem práticas. Tudo para tornar seus estudos mais eficientes e sem perder o foco. Acompanhe! 

Quais as 7 melhores formas de aplicar a aprendizagem ativa nos estudos?

1. Anote tudo!

Na hora que estiver consumindo algum conteúdo de estudo, não deixe de anotar as principais informações que são fornecidas. 

Dessa forma, você não só estará reforçando o que está aprendendo, como estará colocando em prática um outro jeito de aprender, que é escrevendo. 

Esse exercício faz com que outras áreas do cérebro trabalhem, fazendo com que a informação seja armazenada melhor. 

Além disso, as anotações serão fundamentais para a revisão. Você não precisará consultar o material novamente, basta criar resumos e consultá-los.

Os resumos, aliás, devem ser com suas próprias palavras. Aquilo que você entendeu na matéria. A partir daí, se você não entender, reveja a aula ou refaça a leitura. 

2. Grife e rabisque!

Não se iniba em preencher seus materiais de anotações. 

Diferente da dica anterior, aqui é fundamental que você grife partes importantes de um livro ou de uma apostila. É claro, quando são os seus, né?

Os grifos e esses “rabiscos” devem reforçar alguma ideia principal. Aquelas que são fundamentais para a compreensão da matéria ou dos tópicos.

Os rabiscos não devem ser de qualquer jeito. Eles podem linkar dois assuntos semelhantes, reforçar uma ideia ou mesmo destacar alguma anotação sua (sim, se der, anote também no livro e na apostila).

Eles e o grifo facilitarão quando você precisar consultar esses materiais para esclarecer alguma dúvida que ficar na revisão, tornando sua pesquisa mais rápida.  

3. Questione-se ao final de uma leitura ou aula

Será que você realmente entendeu o que acabou de estudar? 

Você descobre isso de um jeito bem prático: criando um questionário sobre o que acabou de estudar. Obviamente, você deve saber responder essas perguntas. 

Mas, resolva essas questões em um outro momento, para que o cérebro não esteja “viciado” com a sessão de estudos mais recentes. 

Essa dica permite que o cérebro trabalhe mais para guardar a informação, evitando os efeitos da curva do esquecimento

Sem falar que é a garantia de que seus estudos estão sendo efetivos! 

4. Pesquise mais!

Na hora dos estudos, você certamente estará munido de bons materiais. Mas não se contenha a eles. 

Na verdade, pesquisar por outras fontes pode ser fundamental para correlacionar conceitos ou mesmo obter novos pontos de vista sobre determinado assunto. 

Se você ficar com dúvida depois de uma sessão de estudos com esses materiais, não se iniba de ir atrás de outros conteúdos. A aprendizagem ativa será posta em prática com essa pesquisa!

5. Faça exercícios

Você com certeza já viu essas dicas em outros matérias sobre como estudar melhor. 

E verá aqui também, porque um estudo não pode ser ativo se você não pôr em prática o que aprendeu. 

E isso só virá com exercícios! 

Sua rotina de estudos precisa ter um horário só para eles, não importa o quão habituado ou certo de que aprendeu sobre a matéria você esteja. 

Com os exercícios, o cérebro saberá como aplicar o que ele guardou em seus estudos na prática. Sem eles, você poderá ter muita informação aprendida, mas sem saber como aplicá-las no dia da prova.

Se você está estudando para concurso, busque por cadernos da mesma banca organizadora. Isso te deixará por dentro da maneira como o ela elabora as questões, prevenindo que você caia em certas “armadilhas”.

6. Crie mapas mentais

Os mapas mentais são ótimos instrumentos de estudo. Graças a eles, você pode realizar uma aprendizagem ainda mais completa. 

Você precisa ter um tema central e ir destrinchando ele com subtemas, que, por sua vez, devem também ser relacionados a outros. 

Dessa forma, você criará um grande mapa em que ideias levam ao tema central. 

O mapa mental também estimula a criatividade, fazendo com que você use cores para determinados assuntos, criando mais gatilhos para sua mente guardar informações.

Aliás, aqui vai uma dica dentro de outra: se você perceber que dá para associar um tema a uma matéria diferente, faça isso! Não se prenda a uma só disciplina em seu mapa. 

Isso se chama interdisciplinaridade. É um sinal claro de que seu aprendizado está realmente ativo! 

7. Ensine alguém!

Não importa se sua rotina é de um estudo solitário. Se você tiver a oportunidade de ensinar alguém que está em uma jornada de aprendizado, vá em frente. Isso é fundamental para aplicar o que você tem aprendido!

Crie sua própria ementa e técnicas para ensinar essa outra pessoa, aquelas em que você pode explorar de maneira bem eficiente o que você já estudou e que será importante para seu aluno. 

Essa é uma forma prática de validar aquilo que foi estudado. Afinal, ensinar é aprender duas vezes, não é mesmo?

Você sabia que você pode ser mais eficiente em um determinado horário do dia?

Depois de toda essa leitura, você pôde perceber como é importante criar uma boa jornada de estudos com pequenos métodos que permitem você aprender muito melhor. 

Com essas dicas, com certeza você terá uma aprendizagem ativa e com muita eficiência, aproveitando melhor as suas horas de dedicação aos estudos.

Por falar em horas, você sabe qual é o melhor horário para estudar? Essa pergunta é mais difícil do que se possa imaginar, por isso, a gente te recomenda a leitura do texto do link.

Curtiu o conteúdo? Não esqueça de deixar seu comentário e compartilhar com quem precisa daquela força nos estudos! 


  • Pedro Soares
    Pedro Soares

    Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!


Pedro Soares
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Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!

Técnicas de memorização: as 8 melhores!

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    21/07/2020 . min de leitura
Técnicas de memorização

O bom proveito das horas de estudo é fundamental para aquelas pessoas que precisam estudar para diversas provas ao mesmo tempo. 

Essa produtividade tem um grande desafio a ser superado: guardar grande quantidade de informações com eficiência. 

Mesmo com uma rotina bem organizada, a quantidade de material para ser estudado encontra um inimigo perigoso: a curva do esquecimento. Mas, algumas técnicas de memorização podem ajudar a superar esse desafio. 

Mas, afinal, quais são as melhores? Como guardar todas as informações necessárias para um estudo eficiente com produtividade e praticidade? 

Você encontrará essas respostas neste texto! Mas, antes. É preciso que você guarde algumas informações importantes te ajudarão a entender melhor o seu processo de aprendizagem. 

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

O que é curva do esquecimento?

Memorizar e decorar: qual a diferença?

Quais são as 8 melhores técnicas de memorização?

  1. Leia mais de uma vez
  2. Escreva o que precisa lembrar
  3. Faça resumos
  4. Utilize mapas mentais
  5. Dê aula para si mesmo
  6. Use gravações
  7. Consuma outros conteúdos sobre a matéria
  8. Exercite o que aprendeu

Dicas bônus: e o seu corpo?

Tenha uma rotina de estudos

O que é curva do esquecimento?

Você pode até não conhecer esse termo, mas muito provavelmente em algum momento ela apareceu em sua vida. 

A curva do esquecimento é, na verdade, um processo que acontece em nosso cérebro, que “esquece” de determinada informação conforme os dias passam.

“Como assim?”

Digamos que você está no primeiro dia de estudos para uma prova. Nesse momento, você retém o máximo de informações que puder. 

Conforme os dias se passam e você não estuda mais aqueles tópicos, as informações tendem a ser esquecidas. 

Porém, se você revisar a mesma disciplina em outros dias e praticar exercícios, as informações irão fixar mais em sua mente. 

Esse processo já foi estudado por alguns pesquisadores, como o psicólogo alemão Hernann Ebbinghaus. Ele verificou os efeitos do tempo nessas informações que guardamos em nosso cérebro. 

A curva do esquecimento é ilustrada neste gráfico, que representa exatamente a retenção das informações em nosso cérebro com o passar dos dias. 

Portanto, a curva do esquecimento é um processo natural em nosso cérebro de não guardar mais as informações que não são usadas em nossa rotina ao longo dos tempos.

É fundamental que quem estuda para determinada prova saiba sobre esse efeito em seu cérebro para continuar praticando e retendo melhor as informações. 

Bom, deu para entender que uma rotina bem organizada e muita prática são os primeiros passos para a memorização, certo? 

Pronto para decorar as matérias? 

Se você está pronto para decorar algo, leia atentamente o próximo tópico. Você precisará. 

Memorizar e decorar: qual a diferença?

Decorar não é a melhor palavra para você usar nem a melhor tática para estudar. 

Mas, muita gente confunde, de fato, a famosa decoreba com memorização. Por isso, você precisa ter em mente que uma é melhor que a outra. 

Decorar, nada mais é do que guardar uma informação e a reproduzir automaticamente para usá-la muito objetivamente. 

Para entender, você se lembra das fórmulas de física? Bom, se alguma veio em sua mente, você sabe aplicá-la só quando precisa ou sabe explicar o seu uso?

Se você consegue contextualizar essa fórmula e o porquê ela é aplicada, você a memorizou. Agora, se você apenas sabe que ela é usada em determinada situação, a decorou.

“Mas, qual o problema? O importante é saber usar, não?”

Não é por aí. A decoreba fará você se esquecer dessa fórmula com o tempo. Por outra lado, se você a memorizar, dificilmente você se esquece daquilo que estudou.

Isso porque você entende sobre o que está lendo. Ao decorar, você pode cair em pegadinhas que fogem do contexto no qual sua mente guardou a informação. 

Portanto, mais do que guardar, é preciso entender o que você estuda. 

Não é fácil, é preciso dedicação e muito empenho, o mesmo que você deve ter em sua rotina de estudos. 

Mas, algumas técnicas farão você memorizar os conteúdos de maneira mais fácil. Quer ver? 

Quais são as 8 melhores técnicas de memorização?

Antes de mais nada, é preciso dizer que tudo depende de seu empenho. Não há fórmula mágica que fará seu desempenho melhor se você não se entregar de fato aos estudos. 

E tudo depende também de prática. Nenhuma das 8 técnicas de memorização que você lerá a seguir terá efeito sem prática. 

Então, se empenhe. Vamos lá?

1. Leia mais de uma vez

A leitura é parte essencial de qualquer estudo. Mas, não basta ler apenas uma vez. Algumas pesquisas indicam que a primeira leitura não é suficiente para aprender algo.

Sempre que ler, tente entender a leitura. Se isso não acontecer, retorne e leia novamente. Repita isso em outros dias. 

Essa prática ajuda a fixar o conteúdo na mente e entender melhor a informação no cérebro. Se preferir, faça isso em voz alta e explique para si mesmo o que entendeu.  

2. Escreva o que precisa lembrar

Fazer anotações – a mão – do que você deseja memorizar é uma dica bem eficiente. Realizar a escrita exige mais atividades do cérebro, ou seja, ele trabalha mais e melhor. 

É importante reforçar o fato de você fazer isso à moda antiga: na mão, com papel e caneta. Isso porque, se você fizer isso no computador, o processo de escrita será mais automático, portanto, um aprendizado mais superficial. 

3. Faça resumos

Resumos são ótimos amigos para o estudo. É uma prática em que você exercita o que aprendeu, com suas palavras, do conteúdo estudado. 

Faça isso aplicando a dica anterior, ou seja, a mão. Releia seus resumos nas revisões e retorne o material original para eventuais dúvidas. 

Os resumos precisam ser uma aula para si mesmo. Explique cada detalhe, faça associações completas de modo que, se fosse para explicar a alguém, a pessoa conseguiria aprender com facilidade. 

4. Utilize mapas mentais

Muito associado ao resumo, o mapa mental é eficiente porque se vale de informações visuais.

Com criatividade, você pode abusar de cores e outros elementos visuais para aprender determinado assunto. 

O mapa mental é feito com um tema central sendo ramificado por subtemas correlacionados. Eles são conectados por ligações. 

A mesma conexão você fará com os subtemas, criando uma expansão das ideias e sempre interligando cada termo que tiver alguma relação. 

Isso criará “caminhos” até o tema central. Para cada tipo de ligação, associe a uma cor. Ou, para cada tipo de informação. 

As informações visuais serão mais uma maneira de seu cérebro guardar determinado assunto. Sem falar que, quanto mais abrangente seu mapa for, mais completo ele será, podendo, inclusive, incluir outras matérias. 

Se você for bom de desenho, abuse ainda mais da criatividade. O importante é você ter uma ferramenta completa para o aprendizado.

Untitled
Exemplo de mapa mental

5. Dê aula para si mesmo

Só sabe ensinar quem realmente aprendeu, certo? Ou seja, quem memoriza todas as informações de maneira eficiente. 

Na verdade, a prática de ensinar a si mesmo fará com que você se questione sobre determinados assuntos e procurará por novas informações, dando ainda mais força à memorização. 

Se você acreditar que não funciona consigo mesmo, faça isso com algum amigo que está no início dos estudos. O importante é que você pratique essas informações em seu cérebro e fortaleça a memorização. 

6. Use gravações

Esse método para memorizar é muito usado e tem eficiência. Você estuda, grava o que entendeu e na hora de revisar e, depois, escuta as gravações. 

Você estimula o cérebro a guardar as informações por meio do som. Isso funciona para elementos visuais, como já leu ainda há pouco, e também com os meios auditivos. 

Vale também gravar videoaulas que você assiste. Grave e escute depois. 

“Posso usar podcasts?” 

Claro! Aliás, esse é o gancho perfeito para o nosso próximo método. 

7. Consuma outros conteúdos sobre a matéria

Podcasts, filmes, livros e até mesmo histórias em quadrinhos. Existem diversas maneiras de aprender que não seja só o convencional. 

Assistir a um filme que trata do tema que você está estudando, por exemplo, faz com que você veja a matéria sobre um outro ponto de vista. 

Sem dizer que filme e outros meios são mais leves e você pode fazer isso de maneira mais relaxada – e quando falamos “relaxada”, não significa desleixada. Mas sim, sem uma pressão que a hora do estudo requer. 

Livros e HQs também são dois modos de fazer isso de forma mais tranquila. Aliás, os quadrinhos podem ajudar com a associação visual. Você se lembra que leu por aqui que elementos visuais são ótimos para memorizar, certo?

A dica não vale apenas para esses três meios. Você pode assistir a uma videoaula, mas com certeza sua mente associará ao empenho do dia normal. E deve ser assim mesmo. 

Mas a ideia desse método é que você faça isso de maneira mais tranquila e associada ao lazer. 

8. Exercite o que aprendeu

Nada é aprendido de verdade se não houver prática. Por isso, pratique usando provas antigas ou similares às que você irá fazer.

E não precisa ficar preso às provas. Pode fazer quizzes e palavras-cruzadas, aliás, elas são ótimas dicas para realizar a memorização de maneira leve e até divertida. 

Tente fazer esse método com todas as matérias que você estudar, promovendo a interdisciplinaridade. Esse é um jeito muito bom para aprender e correlacionar as matérias, o que facilita a sua memorização e aprendizado.  

Praticando exercícios, sua mente será mais ativa e terá mais facilidade em assimilar as informações na hora da prova. 

Dicas bônus: e o seu corpo?

Todas essas técnicas de memorização que você aprendeu agora farão muita diferença na hora da prova.

Mas, algumas outras dicas te ajudarão a se cuidar e ter um corpo (e mente) sadios para que o aprendizado possa ser ainda mais eficiente. 

Por isso, as dicas bônus que você terá não estão diretamente relacionadas ao estudo, mas ao seu corpo. E não descuide dele! Nunca!

Descanse

A gente tende a acreditar que quanto mais tempo passa na frente de livros e matérias de estudo, mais a gente aprende. Mas, não é bem assim.

Os momentos de descanso não são horas em vão. Elas servem para que sua mente assimile melhor o que aprendeu. Sem dizer que é uma “respirada” importante para que, ao longo do dia, você não se canse cedo demais. 

Por isso, respeite as pausas, seus melhores horários e os sinais que seu corpo der para um descanso. 

Faça exercícios físicos

Essa dica é para garantir que você seja sadio e não se preocupe com doenças ou outras mazelas que possa incomodar a sua produtividade. 

Mas não só: atividades físicas dão a sensação de bem-estar, o que melhora o seu rendimento ao longo do dia. 

Reserve um tempo em sua rotina de estudos para se exercitar, desde pequenas corridas ou caminhadas a até mesmo yoga ou meditação. 

Alimente-se bem

A alimentação é parte fundamental de nossa saúde. É claro que você não encontrará aqui uma cartilha de nutrição, mas é determinante que você passe o dia bem alimentado e que consuma alimentos saudáveis. 

Ainda nesse mesmo tema, lembre-se da hidratação. Falar da importância da água no corpo é “chover no molhado” (e um péssimo trocadilho, mas não deixa de ser verdade).

Durma

Cada pessoa tem o seu próprio ritmo, ditado pelo nosso organismo e pela nossa rotina. O importante é reconhecer isso, mas, ainda assim, ter suas boas horas de sono. 

Pode ser seis horas, oito, ou dez. Quem dirá isso é você mesmo. O importante é ter uma boa noite de sono para não apenas descansar, mas poder criar energia para um novo dia de estudo e deixar o cérebro zero para novos estudos e memorizar novas informações. 

Tenha uma rotina de estudos 

Mais do que uma nova dica de técnicas de memorização, essa aqui é uma sugestão para que você tenha sucesso nos estudos e naquela prova ou concurso que sonha em passar. 

Ao longo desse texto, você percebeu que é possível memorizar os estudos, sem precisar decorar nada e evitar as consequências da curva do esquecimento. 

Mas, sem uma boa rotina de estudos, organizada e que respeite todo a sua jornada ao longo do dia, de nada valerá essas dicas que leu aqui.

Por isso, que tal seis dicas práticas de fazer uma rotina de estudos? Você verá que é possível, de forma bem eficaz, de criar uma jornada de aprendizagem que respeite todos os desafios em se estudar!

Fala pra gente, o que achou das nossas dicas? Você utiliza alguma outra que não abordamos por aqui? Deixe seu comentário e compartilhe esse conteúdo com os amigos!


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