Aprendizagem ativa: 7 formas de aplicar nos estudos

  • Pedro Soares
    Pedro Soares
    28/07/2020 . min de leitura
Aprendizagem ativa

Você conhece a aprendizagem ativa?

Com certeza esse não é um termo novo no universo de quem está se dedicando para passar em um concurso ou mesmo no Enem, mas são poucos que conseguem explicar como praticam em seu dia a dia. 

E certamente você aplica esse conceito de alguma forma em seus estudos, mesmo sem saber. 

A verdade é que estudar requer empenho e o primeiro passo para ter sucesso em uma prova é ter um rotina de dedicação e planejada nos mínimos detalhes.

Falando assim, parece até fácil, não é? Mas, você deve saber que nem sempre é assim. Dedicar-se aos estudos é um desafio diário, repleto de obstáculos que podem fazer sua jornada ser um pouco mais trabalhosa.

É aí que entra a metodologia ativa de aprendizagem. Esse texto busca esclarecer algumas dúvidas quanto a esse tema e ainda te dará algumas dicas práticas de como aplicar em seu dia a dia e potencializar seus resultados.

Para falar melhor sobre a aprendizagem ativa, é importante, primeiro, falar sobre a diferença em relação à passiva. Afinal, hoje, o seu estudo é baseado em qual dos dois métodos? 

Siga com a gente e entenda!

Nesse post, você encontra as seguintes seções:

Aprendizagem ativa e passiva: quais as diferenças?

Qual importância da aprendizagem ativa?

Quais as 7 melhores formas de aplicar a aprendizagem ativa nos estudos?

  1. Anote tudo!
  2. Grife e rabisque!
  3. Questione-se ao final de uma leitura ou aula
  4. Pesquise mais!
  5. Faça exercícios
  6. Crie mapas mentais
  7. Ensine alguém!

Você sabia que você pode ser mais eficiente em um determinado horário do dia?

Aprendizagem ativa e passiva: quais as diferenças?

Os nomes meio que são autoexplicativos, não é mesmo?

Mas para que não restem dúvidas, começaremos pelo personagem principal desse texto. A aprendizagem ativa é aquela em que seu envolvimento com o conteúdo é total. 

Desde grifos nos materiais, passando por anotações, até mesmo mapas mentais completos sobre diversos assuntos que se correlacionam. 

Ou seja, há profundidade e envolvimento. Você se entrega totalmente ao que estuda e sabe explorar recursos e métodos para uma melhor aprendizagem.

A passiva, por sua vez, é um estudo mais superficial. Ler um livro e não anotar trechos importantes. Ou assistir a uma aula e não fazer um resumo do que aprendeu. 

Pode parecer meio óbvio imaginar que a aprendizagem ativa é a mais praticada, mas não se pode cravar isso. 

Dependendo do que se lê, a passiva é mais presente. Muitas vezes por achar que aquele conteúdo está dominado ou que não requer tanto empenho assim. 

Importante dizer também que o método passivo não deixa de ser um estudo, mas muito mal explorado. Se você ler um livro e ficar nisso, é claro que você terá aprendido algo, mas com certeza deixou alguma informação para trás porque não anotou, grifou ou fez resumos.  

Qual importância da aprendizagem ativa?

Depois de ler sobre a diferença entre a passiva e ativa não fica muitas dúvidas sobre qual aplicar no seu dia a dia, certo? 

O aprendizado ativo é muito mais eficiente que o passivo e por isso mesmo o seu estudo é melhor aproveitado. 

Sua importância se dá ao fato de justamente ele oferecer mais recursos para intercalar disciplinas e para trabalhar outras áreas do cérebro, o que permite fortalecer ainda mais aquilo que é aprendido. 

Portanto, na hora de fazer seus planos de estudo, não deixe de incrementá-los com algumas técnicas que farão seu aprendizado ainda mais efetivo. 

Mas, você deve estar se perguntando: como fazer isso?

É claro que a gente tem algumas dicas para você. Sete, na verdade. 

Você verá que elas são bem práticas. Tudo para tornar seus estudos mais eficientes e sem perder o foco. Acompanhe! 

Quais as 7 melhores formas de aplicar a aprendizagem ativa nos estudos?

1. Anote tudo!

Na hora que estiver consumindo algum conteúdo de estudo, não deixe de anotar as principais informações que são fornecidas. 

Dessa forma, você não só estará reforçando o que está aprendendo, como estará colocando em prática um outro jeito de aprender, que é escrevendo. 

Esse exercício faz com que outras áreas do cérebro trabalhem, fazendo com que a informação seja armazenada melhor. 

Além disso, as anotações serão fundamentais para a revisão. Você não precisará consultar o material novamente, basta criar resumos e consultá-los.

Os resumos, aliás, devem ser com suas próprias palavras. Aquilo que você entendeu na matéria. A partir daí, se você não entender, reveja a aula ou refaça a leitura. 

2. Grife e rabisque!

Não se iniba em preencher seus materiais de anotações. 

Diferente da dica anterior, aqui é fundamental que você grife partes importantes de um livro ou de uma apostila. É claro, quando são os seus, né?

Os grifos e esses “rabiscos” devem reforçar alguma ideia principal. Aquelas que são fundamentais para a compreensão da matéria ou dos tópicos.

Os rabiscos não devem ser de qualquer jeito. Eles podem linkar dois assuntos semelhantes, reforçar uma ideia ou mesmo destacar alguma anotação sua (sim, se der, anote também no livro e na apostila).

Eles e o grifo facilitarão quando você precisar consultar esses materiais para esclarecer alguma dúvida que ficar na revisão, tornando sua pesquisa mais rápida.  

3. Questione-se ao final de uma leitura ou aula

Será que você realmente entendeu o que acabou de estudar? 

Você descobre isso de um jeito bem prático: criando um questionário sobre o que acabou de estudar. Obviamente, você deve saber responder essas perguntas. 

Mas, resolva essas questões em um outro momento, para que o cérebro não esteja “viciado” com a sessão de estudos mais recentes. 

Essa dica permite que o cérebro trabalhe mais para guardar a informação, evitando os efeitos da curva do esquecimento

Sem falar que é a garantia de que seus estudos estão sendo efetivos! 

4. Pesquise mais!

Na hora dos estudos, você certamente estará munido de bons materiais. Mas não se contenha a eles. 

Na verdade, pesquisar por outras fontes pode ser fundamental para correlacionar conceitos ou mesmo obter novos pontos de vista sobre determinado assunto. 

Se você ficar com dúvida depois de uma sessão de estudos com esses materiais, não se iniba de ir atrás de outros conteúdos. A aprendizagem ativa será posta em prática com essa pesquisa!

5. Faça exercícios

Você com certeza já viu essas dicas em outros matérias sobre como estudar melhor. 

E verá aqui também, porque um estudo não pode ser ativo se você não pôr em prática o que aprendeu. 

E isso só virá com exercícios! 

Sua rotina de estudos precisa ter um horário só para eles, não importa o quão habituado ou certo de que aprendeu sobre a matéria você esteja. 

Com os exercícios, o cérebro saberá como aplicar o que ele guardou em seus estudos na prática. Sem eles, você poderá ter muita informação aprendida, mas sem saber como aplicá-las no dia da prova.

Se você está estudando para concurso, busque por cadernos da mesma banca organizadora. Isso te deixará por dentro da maneira como o ela elabora as questões, prevenindo que você caia em certas “armadilhas”.

6. Crie mapas mentais

Os mapas mentais são ótimos instrumentos de estudo. Graças a eles, você pode realizar uma aprendizagem ainda mais completa. 

Você precisa ter um tema central e ir destrinchando ele com subtemas, que, por sua vez, devem também ser relacionados a outros. 

Dessa forma, você criará um grande mapa em que ideias levam ao tema central. 

O mapa mental também estimula a criatividade, fazendo com que você use cores para determinados assuntos, criando mais gatilhos para sua mente guardar informações.

Aliás, aqui vai uma dica dentro de outra: se você perceber que dá para associar um tema a uma matéria diferente, faça isso! Não se prenda a uma só disciplina em seu mapa. 

Isso se chama interdisciplinaridade. É um sinal claro de que seu aprendizado está realmente ativo! 

7. Ensine alguém!

Não importa se sua rotina é de um estudo solitário. Se você tiver a oportunidade de ensinar alguém que está em uma jornada de aprendizado, vá em frente. Isso é fundamental para aplicar o que você tem aprendido!

Crie sua própria ementa e técnicas para ensinar essa outra pessoa, aquelas em que você pode explorar de maneira bem eficiente o que você já estudou e que será importante para seu aluno. 

Essa é uma forma prática de validar aquilo que foi estudado. Afinal, ensinar é aprender duas vezes, não é mesmo?

Você sabia que você pode ser mais eficiente em um determinado horário do dia?

Depois de toda essa leitura, você pôde perceber como é importante criar uma boa jornada de estudos com pequenos métodos que permitem você aprender muito melhor. 

Com essas dicas, com certeza você terá uma aprendizagem ativa e com muita eficiência, aproveitando melhor as suas horas de dedicação aos estudos.

Por falar em horas, você sabe qual é o melhor horário para estudar? Essa pergunta é mais difícil do que se possa imaginar, por isso, a gente te recomenda a leitura do texto do link.

Curtiu o conteúdo? Não esqueça de deixar seu comentário e compartilhar com quem precisa daquela força nos estudos! 


  • Pedro Soares
    Pedro Soares

    Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!


Pedro Soares
Pedro Soares

Pedro é estudante de Administração e atua nos times de Marketing e Comercial do Clipping!